Exposição Raízes leva cultura e religiosidade afro à Casa de Cultura de Macaíba

A imagem pode conter: 9 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé

Dentro das comemorações de 60 anos da Casa do Ouro Águas de Oxum – antigo centro do saudoso Dedé de Macambira, a 1º Exposição Raízes, do Babalorixá Eduardo de Ógún, expôs diversas obras da cultura e da religião afro na Casa de Cultura de Macaíba no último sábado (05).

Após uma exposição no IFRN e uma palestra na UFRN, o Babalorixá Eduardo de Ógún teve a ideia de expor seu trabalho ao público Macaibense. “Eu pude ver que o meu trabalho poderia sair do Axé, ganhar outro público e mostrar as belezas que são os nosso ancestrais”, comentou ele.

Durante a exposição, as peças do ateliê-afro Oyá Odara, que completou 10 anos de existência, apresentaram ao público as roupas que os deuses africanos, mestres, caboclos, índios, umbandistas e candomblecistas, usavam para cultuar a sua fé. “Eu sou bastante detalhista e perfeccionista no que faço. Tenho que criar e dar vida as roupas dos orixás. É muito gratificante”, afirmou Eduardo.

O vereador Emídio Júnior também esteve presente na exposição. “Parabenizo a todos que contribuíram para o sucesso dessa belíssima exposição”, disse Emídio.

Atualmente a Casa do Ouro, Águas de Oxum é dirigido pelo Babalorixá Leandro De Oxossi e pelo Babalorixá Eduardo de Ógún. No próximo sábado (12), o centro celebra a festa de 60 anos da casa. Participe.

O casarão de d. Lourdinha

Construído entre os anos de 1948-49, em estilo eclético, para ser a residência do abastardo comerciante e político Luís Cúrcio Marinho, então prefeito de Macaíba. Esse era o último casarão que resistia na Rua João Pessoa, antiga Rua da Pátria, centro da cidade.

Por Anderson Tavares de Lyra

Assistindo as transformações de uma cidade, o historiador sofre duas vezes: por saber como era e como se encontra determinado local. Por ter a noção histórica e sentimental da importância de determinado bem, seja ele arquitetônico, documental e mesmo imaterial. Hoje, dia 24 de junho de 2019, o último casarão que resistia na Rua João Pessoa, antiga Rua da Pátria, centro de Macaíba, começou a ser demolido. Com as pedras vão-se as boas lembranças da infância e juventude passadas naquele lugar.

Construído entre os anos de 1948-49, em estilo eclético, para ser a residência do abastardo comerciante e político Luís Cúrcio Marinho (1901-1971) e sua esposa Letícia Grilo. Luís Cúrcio estava no cargo de prefeito de Macaíba e edificou sua casa ao mesmo tempo em que urbanizava o antigo cais do porto da cidade, transformado na atual Praça Dr. Antônio de Melo Siqueira e que constituía o espaço público mais bem equipado e moderno de Macaíba.

Com a urbanização e a praça surgiu também o Parque Governador José Varela, espaço de modernidade no coração da velha cidade, que ensaiava os primeiros passos para sair do século XIX. O parque era composto por biblioteca, sede da banda de música, câmara de vereadores e o famoso Pax Clube, que reunia a sociedade local em festas memoráveis. Como sentinela de tudo, o antigo farol.

O Brasil atravessava uma época na qual a industrialização ia chegando aos poucos à construção civil, até então atendida por indústrias de fundo-de-quintal ou por artesãos que confeccionavam na própria obra aquilo de que precisavam. Esta situação levou a construções bem típicas, como o casarão de Luís Cúrcio Marinho, que empregou na construção o que havia de melhor na época.

Foram utilizadas veneziana nos quartos, o piso todo em ladrilhos hidráulicos, varanda na entrada, portões e muros baixos, manilha de barro, estuque e belíssimas colunas em estilo romano que guarneciam a entrada da casa e eram reproduzidas na divisão das duas salas principais. No banheiro, a instalação da primeira banheira de Macaíba.

O telhado usava telhas francesas, com seus caimentos acima de 40% e apoiadas em uma trama de ripas e caibros que, por sua vez, se apoiavam em tesouras feitas, em geral, de peroba e que se apoiavam em cima das paredes usando coxins, igualmente de madeira, para distribuir melhor o esforço sobre os tijolos.

O casarão possuía um belo jardim, cujos canteiros eram demarcados por pequenas e reluzentes pedrinhas brancas e guardado por um poste artisticamente trabalhado e que repousava dentro de uma piscina rústica. O alpendre em “L” possuía muretas, que eram encimadas por canteiros de pequenas flores. Nos fundos da residência, Luís Cúrcio instalou um parque e um pequeno zoológico para deleite de sua filha Rosa de Lourdes.

Posteriormente com a sua mudança para Natal, Luís Cúrcio vendeu a casa e os prédios comerciais ao casal Cícero Luís e Silva e Maria de Lourdes Pessoa, que conheci e privei da amizade, especialmente de d. Lourdinha, a quem eu dedicava um carinho especial. Foi por ela que retirei o pedido de tombamento que fiz do casarão, em 2002. Não podia contrariá-la.

D. Lourdinha, falecida no dia 31 de dezembro de 2017, aos 96 anos, resistiu até o fim, sentada na sua cadeira de rodas, do alto da antiga varanda, observando o “progresso” da cidade e cumprimentando a todos que passavam com o seu aceno amigo, será sempre uma imagem imóvel, na minha memória.

Cícero Luís foi comerciante bem estabelecido em Macaíba com loja de tecidos e sapatos, no mesmo prédio em que hoje negocia Vinício Ferreira e filhos, na Rua da Conceição. Militou na política local, sendo candidato a prefeito de Macaíba. Quando Silvan Pessoa e Silva foi prefeito de Macaíba, entre os anos de 1977 a 1983, o casarão volta a ser o centro do poder na cidade.

Entre os anos de 1996 e 2006, o nosso grupo de amigos formando por Rondineli Dantas, André Luiz Galvão, Vinício Ferreira Neto, Thalys Menguita e Eudivar Farias Neto (bisneto de Cícero Luís e d. Lourdinha), fincávamos cadeiras ora na varanda, ora na calçada, e observando o vai e vem das pessoas naquela que é uma das artérias mais movimentadas do centro da cidade, jogávamos conversa fora.

Particularmente, me dirigia sempre que possível final das tardes ao casarão, para conversar com d. Lourdinha, sua filha Dirinha e a saudosa Lourdes, que cuidava de tudo e de todos. Hoje, todas são lembranças, regadas no mais íntimo da saudade.

____________

* Artigo publicado originalmente no blog Senadinho Macaíba

Sethas cria loja conceito para promover artesanato potiguar

A loja estará aberta ao público a partir do dia 27 de maio no prédio da Sethas, no Centro Administrativo do Estado.
Foto: ASSECOM/RN

Governo do RN/ASSECOM

A Secretaria do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas-RN) promove, entre os dias 24 e 31 de maio, uma loja conceito do Artesanato Potiguar. A iniciativa tem como objetivo fomentar e fortalecer o trabalho dos artesãos potiguares. Uma comitiva de Portugal também visitará a loja para conhecer os produtos norte-rio-grandenses nesta sexta-feira (24).

A loja conceito estará aberta ao público externo a partir do dia 27 de maio (segunda-feira), das 08h às 16h, no Prédio da Sethas, no Centro Administrativo do Estado, das 9h às 17h.

De acordo com Graça Leal, coordenadora do Programa do Artesanato do Estado do Rio Grande do Norte (Proarte-RN), o principal objetivo da exposição é fortalecer a identidade potiguar de artesanato, criando laços e parcerias com outros agentes em busca da consolidação dos produtos no cenário nacional e internacional. “Nós vamos mostrar para as pessoas que o RN também tem seus produtos. Nesse sentido, vamos em busca da desconstrução da noção de que nós apenas reproduzimos o material do Ceará. Esse ensaio piloto vai ser o primeiro passo para montarmos a nossa loja conceito fixa”, disse.

A exposição conta com peças produzidas por artesãos das cidades de Natal, Caicó, Parnamirim, Ouro Branco, Nísia Floresta, Timbaúba dos Batistas, Ceará-Mirim, Assú, São José de Mipibu, Macaíba, Vera Cruz, Espírito Santo, Touros. Ao todo, estão sendo expostos trabalhos de 25 artesãos. São peças que abordam diferentes tipologias artesanais e produtos como vestuário; cama, mesa e banho; fibra de sisal; palha de carnaúba; bolsas; utensílios de cerâmica; esculturas; objetos decorativos religiosos.

Macaíba sedia evento cultural em praça pública

A FEIRA É LIVRE aconteceu no último sábado, 27, na praça Augusto Severo, e reuniu diversos artistas de Macaíba e região.
Grupo de carimbó se apresentando em praça pública (Foto: Silva Nunes)

Após anos sem eventos culturais com acesso realmente liberado para o povão, Macaíba foi presenteada com uma intervenção cultural em praça pública.

Intitulada de “A FEIRA É LIVRE”, a ação coletiva aconteceu no último sábado, 27, na praça Augusto Severo, a popular “Praça do M”. O evento teve 4 horas de duração e foi bastante participativo.

O evento foi realizado pelos coordenadores da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins (SPVA) em nossa cidade, quais sejam, Silva Nunes, conhecido popularmente por “Poeta”, Augusto Neto (diretor da Casa de Cultura) e Lívia Dantas (fotógrafa).

A intervenção cultural contou com o apoio e participação de artistas de Macaíba, de outras cidades potiguares e até de outros estados brasileiros, além de comerciantes locais, feirantes e de populares macaibenses.

“Macaíba tem muitos artistas que precisam de atividades culturais como essa para poder mostrar a sua arte e vender suas obras. A SPVA, em parceria com a Casa de Cultura Popular de Macaíba, com a população e com os artistas macaibenses, vai ficar fazendo esse trabalho na cidade”, enfatizou o Poeta.

“Como um dos coordenadores da SPVA na cidade e diretor da Casa de Cultura Popular de Macaíba, sempre estarei à disposição do povo e dos nossos artistas”, destacou Augusto Neto.

“Nossa cidade precisava desse tipo de evento. Lembro de quando eu era criança, na década de 50, e via artistas na feira. Era tudo muito lindo. Observava admirado. Nunca mais tinha visto algo maravilhoso assim”, relatou o nostálgico “Seu Damião”.

Segundo a condenação do Pólo da SPVA em Macaíba, outros eventos culturais, literários, turísticos e educativos serão realizados para o povão na terra de Auta de Souza. Silva Nunes (Poeta) também anunciou a criação da Secretaria Popular de Cultura de Macaíba. Abaixo, algumas fotos do evento:

 

CONTOS DO FERREIRO TORTO

Macaíba Assombrada: Ferreiro Torto é ainda hoje um lugarejo de Macaíba, e, quando há vinte e sete anos pela última vez o revi, estive na propriedade do “coronel” Francisco Coelho (descendente do outro?), com casa-grande, plantação de banana, caieira e mata de lenha, cujos produtos eram embarcados em botes e batelões que atracavam, em trapiche de madeira (*).

Ao lado da crônica social dessa casa-grande, moradia de antigos abastados, existiam duas versões lendárias a respeito do lugar: a luz incandescente que, vez por outra, surgia misteriosamente nas ruínas de parede grossa que ficavam no cocuruto de um morro do outro lado da estrada de rodagem, a que chamavam o “castelinho mal-assombrado”; e a mina de dinheiro enterrada em baixo do solar e cuja entrada secreta mostrada em sonhos a várias pessoas pela mesma aparição (um “lorde”, como descrevia a tradição oral dos moradores da vizinhança e de velhos criados do solar), era uma larga porta pesada sem serventia, nos fundos da casa, e da qual se dizia ser a entrada de um túnel subterrâneo que, atravessando a largura do rio, ia dar na outra margem.

*Fontes
(O texto foi extraído das páginas 125 e 126 da 2ª edição do livro Província Submersa, do macaibense Octacílio Alecrim, publicada em 2008 pelo Instituto Pró-Memória de Macaíba-RN em parceria com o Senado Federal)
(A ilustração foi produzida pelo pesquisador Silva Nunes fotografando parte da página 443 da 2ª edição do livro “Memórias”, do macaibense Eloy de Souza, publicada em 2008 pelo Instituto Pró-Memória de Macaíba-RN em parceria com o Senado Federal)

➕ A TRISTE PARTIDA ➕

“A surpresa da morte de Auta recebi-a como uma martelada. Apagou-se aquela nobre inteligência, inocente e sonhadora, que ainda ontem versejava contrastes de melancolia e de contentamento, figurando-se ela, a nossa querida morta, sempre do lado da sombra, do pólo negativo da existência. A ti, meu bom Eloy, a Henrique, a João, tão teus irmãos pela retilínia probidade e pelo sagrado respeito com que zelam e ampliam o opulento patrimônio moral, que receberam de teu Pai, e à santa velhinha, que, no mais obscuro e sublime das lágrimas, tem sido a providência incomparavelmente desvelada de todos vocês, envio o meu abraço de profundos pêsames, tão espontâneo e sincero, como a lágrima irreprimível que neste momento me está nublando os olhos”, escreveu Pedro Velho de Albuquerque Maranhão em carta enviada a Eloy Castriciano de Souza sobre a morte de Auta Henriqueta de Souza.

A poetisa macaibense faleceu na madrugada de 7 de fevereiro de 1901. Era uma hora e quinze minutos quando encantava-se, aos 24 anos, a jovem autora do livro “Horto”. Nesta quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019, faz 118 anos do triste acontecimento que levou para o plano espiritual a maior poetisa mística do Brasil e uma das primeiras líricas.

Inicialmente, Auta foi sepultada no Cemitério do Alecrim, na capital potiguar. Após anos, os seus restos mortais foram trasladados e encontram-se repousando atualmente em túmulo nas dependências da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, na sua cidade natal, a belíssima Macaíba.

* Silva Nunes | escritor e pesquisador

FIART é aberta com presença de autoridades

A FIART integra o calendário oficial de eventos do Rio Grande do Norte e acontece sempre durante o período de alta estação, quando o estado recebe o maior número de visitantes
Governadora Fátima Bezerra, abertura FIART (Foto: Reprodução/Facebook)

Por Heitor Gregório, Tribuna do Norte

A abertura oficial da 24ª Feira Internacional de Artesanato (FIART) aconteceu na noite desta segunda-feira (28), no Centro de Convenções de Natal. A governadora Fátima Bezerra participou da solenidade que teve início com a apresentação da banda de música da polícia militar, ao lado do prefeito Álvaro Dias, senadora Zenaide Maia e vereadores.

A FIART integra o calendário oficial de eventos do Rio Grande do Norte e acontece sempre durante o período de alta estação, quando o estado recebe o maior número de visitantes. O evento movimenta a economia local, gerando renda e divulgando o trabalho dos artesãos potiguares, brasileiros e estrangeiros. Este ano participam da feira, como expositores, artesãos de Senegal, Bolívia, República Tcheca, Peru, Madagascar e Colômbia.

Esta edição reúne cerca de 1.000 expositores, dos quais 250 são potiguares.

A expectativa é que aproximadamente 70 mil pessoas visitem a FIART durante os dez dias de feira. No ano passado, foram movimentados R$ 6,8 milhões com a venda e comercialização de produtos. Para superar este montante, a organização montou uma grande estrutura e uma vasta programação cultural, unindo música, dança, gastronomia, lazer e entretenimento.

A edição 2019 traz novidades como workshops, concurso de fotografias, minicursos de artesanato, espaço kids e o já tradicional espaço gastronômico, que conta com a participação de seis cervejarias artesanais do Rio Grande do Norte. A FIART 2019 está aberta ao público desde a sexta-feira (25), e vai até o dia 4 de fevereiro, no novo pavilhão do Centro de Convenções de Natal. Uma programação para toda a família.

 

10º Tributo a Raul Seixas será realizado neste sábado em Macaíba

Macaíba será por um dia a cidade do rock ‘n roll e receberá um dos maiores tributos a Raul Seixas do Rio Grande do Norte.
Cartaz oficial do 10º Tributo a Raul Seixas de Macaíba (Foto: Divulgação/Altair Mourão)

Neste sábado (25), Macaíba irá sediar um dos maiores tributos a Raul Seixas já produzidos no RN. Em sua décima edição, o evento terá como novidade uma exposição de livros  de escritores locais da academia de letras do RN, como também de novos escritores como o já conhecido Beto Nazário, autor do Livro “Verdes Tempos de Outrora”.

Dentre as atrações musicais, estão as bandas Macacos Elétricos, Mobydick e alguns coveres famosos de Raul Seixas, como os cantores Vitoriano Roberto e LuRaul.
OBS: O evento está previsto para iniciar às 18h e será realizado ao lado da Prefeitura de Macaíba. A entrada será 1k de alimento ou Leite em Pó, que será doado à Associação Macaibense de Acolhimento Institucional (AMAI).

Governo do RN seleciona artesãos para participar de feira em Pernambuco

Despesas com passagens e hospedagem serão custeadas pelo projeto Governo Cidadão. Inscrições para seleção de 10 projetos acontecem até a próxima sexta-feira (8).
Artesanato potiguar será exposto na 19ª Fenearte, em Recife (Foto: Sethas/Divulgação)

Do G1 RN

O governo do Rio Grande do Norte divulgou um edital para seleção de artesãos que deverão ocupar um espaço coletivo para divulgação e comercialização de artesanato na 19º Fenearte, que acontece entre 04 a 15 de julho no Centro de Artesanato de Pernambuco, em Recife. As inscrições podem ser feitas até a próxima sexta-feira (8).

Os selecionados terão as despesas com transporte e hospedagens financiadas pelo projeto Governo Cidadão, por meio do acordo de Empréstimo com Banco Mundial. De acordo com publicação da Secretaria do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas) no Diário Oficial, serão disponibilizadas 10 vagas.

Entre as vagas, cinco serão para artesãos individuais e microempreendedores individuais (MEIs), três para entidades representativas, uma para projeto de economia solidária e uma vaga para o projeto Transforme.

Documentos para inscrição:

  • Artesão individual: deve apresentar carteira do artesão válida, documentos pessoais, comprovante de residência e três fotos das peças artesanais a serem expostas.
  • Entidades representativas (associações e cooperativas): precisam apresentar relação dos artesãos, comprovante de endereço da sede da entidade, CNPJ, cópia do estatuto e cópia da Ata de Constituição e da eleição da diretoria atual, além de fotos das peças que serão comercializadas.
  • Artesão Microempreendedor Individual (MEI): Carteira do Artesão, documentos pessoais, comprovante de residência, Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI).

O artesão interessado deve preencher a ficha de inscrição, disponível no site da Sethas, e entregar, junto com a documentação, no Programa Estadual de Artesanato (Proarte-RN), localizado na sede da Secretaria, no Centro Administrativo do Estado. A documentação também pode ser enviada por email ([email protected]).

O processo de seleção será realizado por uma comissão encarregada de avaliar as fotos dos produtos, bem como os dados no formulário de inscrição e documentos solicitados. O resultado final da seleção será divulgado no dia 15 de junho.

O edital completo está disponível no site da Sethas. Acesse: www.sethas.rn.gov.br

Festival de Rock Nacional será realizado em Macaíba no dia 07 de abril

O show será realizado no dia 07 de Abril a partir das 21h no campo do Cruzeiro de Macaíba.
DFoto: Divulgação/JB Propagandas
Após o sucesso na realização da 1º Noite de MPB em Macaíba, o produtor de eventos João Batista promete levar nossa cidade em uma viagem inesquecível aos anos 80 através do Rock N’ Roll nacional. O I Macaíba Rock Festival, Nacional Anos 80 tem a grande participação de pessoas, comércios e empresas que apoiam a cultura, sendo uma marca registrada nos eventos dessa área.
Esse grande evento vai trazer nomes de peso da cena rock potiguar como UsKaravelho e Mobydick. A banda Uskaravelho lançou em 2015 o CD “Mais do Mesmo” em tributo a banda Legião Urbana. Mobydick, uma das bandas mais longevas do rock potiguar, venceu a categoria Melhor Interprete no MPBeco e melhor música de Rock pelo portal Rock Potiguar em 2018. Essa noite de muita música boa vai contar com a participação das bandas locais Macacos Elétricos e Legião Urbana Cover RN.

O show será realizado no dia 07 de Abril a partir das 21h no campo do Cruzeiro F.C. João Batista informou a equipe do Cidadão Macaibense que será uma grande estrutura de palco, som e iluminação. Um espaço amplo, arejado, com estacionamento e uma competente equipe de segurança.

Na questão social o evento vai dar a opção dos interessados levarem 1kg de alimento para terem um desconto de 50% no valor da entrada. Click aqui. O primeiro lote promocional já está disponível a partir de hoje, segunda-feira (5). Fique informado participando do evento no link a seguir: I Macaíba Rock Festival.